22 de maio de 2017

Jingle PGE 2017

VÍDEO Jingle PGE 2017 Versão Pop

Todos os Vídeos

18 de fevereiro de 2013

Por que se inscrever no Prêmio Gestão Escolar? (Parte 2)

Gestores explicam os motivos pelos quais consideram importante a participação das escolas brasileiras no Prêmio Gestão Escolar, uma iniciativa do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed)

Participaram deste vídeo: Maria de Fátima Holanda dos Santos Silva – EEF Judite Chaves Saraiva – Limoeiro do Norte (CE) Maria Cristina Santos – Colégio Estadual barão de Mauá – Aracaju (SE) Klenes Pereira dos Santos Pinheiro – Colégio Estadual de Itacajá (TO) Robson Rubenilson dos Santos Ferreira - EEEFM Professor Lordão – Picuí (PB)

17 de fevereiro de 2013

Por que se inscrever no Prêmio Gestão Escolar? (Parte 3)

Gestores explicam os motivos pelos quais consideram importante a participação das escolas brasileiras no Prêmio Gestão Escolar, uma iniciativa do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed)

Participaram deste vídeo: Marcia Cristiane Holz Maia – EEEF Rocha Pombo – Nova Brasilândia (RO) Soleni Teresinha Vendruscolo Ioris – EE Dom Bosco – Lucas do Rio Verde (MT) Sandra Eliete Maffacioli Reckziegel – EMEI Paraíso da Criança – São José do Inhacorá (RS)

10 de fevereiro de 2013

Escolas Finalistas Prêmio Gestão Escolar 2013

Saiba quais foram as escolas semifinalistas do Prêmio Gestão Escolar 2013

9 de fevereiro de 2013

EE Senador Cesar Lacerda de Vergueiro (Araras-SP)

Situada em um pequeno prédio com poucas salas de aula, sem biblioteca ou quadra, a Escola Senador César Lacerda de Vergueiro, em Araras (SP), conseguiu transformar todos os ambientes em espaços de ensino e aprendizagem

Nos últimos anos, a equipe de professores vem investindo no aprimoramento das estratégias de ensino a partir da reorganização do espaço com os recursos disponíveis.O pontapé inicial das ações foi um resultado insatisfatório no IDESP (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo), que motivou os educadores a repensarem o processo de avaliação. A consequência foi a revisão das metodologias desenvolvidas em sala de aula, que os levou a analisar e compreender os caminhos da aprendizagem.

8 de fevereiro de 2013

Escola Estadual Mario David Andreazza (Boa Vista-RR)

A violência estava presente no cotidiano da Escola Mario David Andreazza quando a atual equipe de gestão assumiu o cargo, há onze anos

Na ocasião, a equipe já sabia da necessidade de promover mudanças profundas e permanentes na escola. O primeiro passo foi reelaborar a proposta político pedagógica (PPP) envolvendo alunos, pais e comunidade. Na sequência, começaram a participar do Programa Mais Educação, do Ministério da Educação. Conforme aconteciam as oficinas vinculadas ao Mais Educação, os educadores elaboravam novos projetos com os estudantes da escola, como o Educando com Valores, Ler para Crescer, Cultura afro-brasileira e Nossas Raízes. A escola também apostou no Projeto Trabalhar para Crescer, com cursos profissionalizantes desenvolvidos pelo SENAC no horário inverso ao das aulas regulares em uma unidade móvel (ônibus) do SENAC no pátio da escola. A demanda por esses cursos se tornou tão intensa que a equipe gestora está negociando a permanência de uma unidade móvel na própria escola.

7 de fevereiro de 2013

EE Professora Terezinha Carolino de Souza (Jaçanã-RN)

Pequena, com uma equipe reduzida em um bairro periférico de um município com pouco mais de 8 mil habitantes no interior do Rio Grande do Norte, a escola Profª Terezinha Carolino de Souza tem uma experiência de gestão democrática e compartilhada que merece destaque

Quando o atual gestor assumiu a direção em 2009, os problemas estruturais eram muitos: falta de água, furtos, ausência de funcionários de limpeza e manutenção.

Foi preciso discutir os problemas e as fragilidades da escola. Tudo começou com um processo de autoavaliação em que alunos e as suas famílias identificaram e pensaram em estratégias para resolvê-los. A comunidade percebeu a necessidade de participar ativamente das instâncias colegiadas na escola. O trabalho voluntário de familiares e moradores da região tornou-se uma das marcas da instituição. Por outro lado, cresceu na mesma medida a participação da comunidade escolar em projetos e ações para fora dos muros da escola. Os alunos ganharam as ruas e a comunidade ganhou a escola: foi criada assim a sinergia necessária para o desenvolvimento da aprendizagem e da construção da autonomia. A educação é a via de mão dupla. Nesse aspecto, destaca-se o projeto Luz em Litro: a energia pelas garrafas pet", pelo qual os alunos produzem e instalam, em casas da zona rural, "lâmpadas" construídas com garrafas de plástico. A ação acontece com alunos bolsistas em um programa do CNPQ (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).